sábado, 23 de janeiro de 2016

"NÃO PODER COMPRAR OU VENDER"....uma "profecia" a se cumprir ou uma história ainda não revelada?

Por conseguinte...decretamos que os albigenses e valdenses e os que os sustentam, dando-lhes apoio, estão sob pena de anátema, que alguém ouse abriga-los em sua casa ou em seu país, de ajuda-los ou ter qualquer negocio com eles...não comprar e não vender...Cap-27, mansi XXII,231; Dizinger, nº 401. O papa Inocêncio III deu inicio em 1208 à cruzada contra os albigenses, mas, não conseguiu extirpar a heresia; em 1220 a inquisição papal foi confiada aos frades e imposta às cortes episcopais.

Os hereges convictos devem ser entregues a seus superiores seculares, ou a seus agentes para o devido castigo. Se forem clérigos, primeiramente devem ser destituídos. Os bens dos leigos serão confiscados; os dos clérigos serão aplicados nas igrejas.

...Se um senhor temporal negligenciar em cumprir o pedido da Igreja de purificar sua terra da contaminação da heresia, será excomungado pelo metropolitano e pelos outros bispos da província.

Se deixa desse emendar dentro de um ano. O fato deve ser comunicado ao sumo pontífice-papa-que declarará seus vassalos livres do juramento de fidelidade e oferecerá suas terras aos católicos cristãos. Esses exterminarão os hereges, e serão donos da terra sem discussão, e a preservarão na verdadeira fé.
 A  grande tribulação d e 1260 n santa-inquisição...já houve proibição de comprar e vender para os chamados hereges vejam!!!



 RASTROS  TERRIVEIS  DA BESTA  666  NO BRASIL.



No  Brasil  ela-inquisição- nunca  instalou  um  tribunal    permanente,  mas  a sua  ação  se  exerceu  através  de visitadores,  Heitor  furtado  de Mendonça   entre 1591-1595.  E  marcos  Teixeira  entre 1618-19. Ou  de bispos  a quem  eram delegado  poderes  para   efetuar  prisões,  confiscar  bens,  e enviar  para Lisboa  os prisioneiros   para  serem  julgados.  A  Bahia  foi  o  palco  das  inquirições  mais  intensas;  De 1591  a 1624  foram  processados  ali,  245  pessoas  acusadas  de judaísmo.  Em 1646  mais  100  condenações  foram  feitas.  E  no  auto-de fé  em 1771,  52  brasileiros  foram “justiçados” O  último brasileiro  condenado   à  morte  pela  “santa inquisição”,  morreu  no  auto-de fé de 1748; Almanaque  Abril  Cultural  de 1983 pg 617.
Um  dos  casos  mais  celebre  sobre hereges  no Brasil, foi o  de Ana Costa Arruda, era  natural de  Olinda Pernambuco. Ana  foi acusada  no segundo  dia  de Janeiro  de  1599, por sua  tia Beatriz  Fernandes, que  sob tortura  a denunciou  de praticar  heresia.  Em16-12-1599, Ana é encarcerada  em Lisboa  com  24  anos de idade.  Subiu  ao primeiro  interrogatório  em 7-4-1600.

E  saiu  no auto-de-fè  celebrado   na Ribeira, em Lisboa   no Domingo  dia 3-8-1603, e foi  c ondenada a  se  retratar  da acusação e depois  encarcerada  nas  Escolas  Gerais,  para  submeter-se, à  doutrinação.  Em 6-9-1603.  Não  se  sabe  se Ana  voltou  ao brasil.
O descobrimento do Brasil em 1500 veio a ensejar uma nova oportunidade para esse povo sofrido. Já em 1503 milhares de “cristãos-novos” vieram para o Brasil auxiliar na colonização. Em 1531, Portugal obteve de Roma a indicação de um Inquisidor Oficial para o Reino, e em 1540, Lisboa promulgou seu primeiro Auto-de-fé. Daí em diante o Brasil passou a ser terra de exílio, para onde eram transportados todos os réus de crimes comuns, bem como judaizantes, ou seja, aqueles que se diziam aparentemente cristãos-novos, porém, continuavam em secreto a professar a fé judaica. E é nesses judaizantes portugueses que vieram para o Brasil nessa época que queremos concentrar nossa atenção.

De uma simples terra de exílio a situação evoluiu e o Brasil passou a ser visto como colônia. Em 1591 um oficial da Inquisição era designado para a Bahia, então capital do Brasil. Não demorou muito, já em 1624, a Santa Inquisição de Lisboa processava pela primeira vez contra 25 judaizantes brasileiros (os nomes abaixo foram extraídos dos arquivos da Inquisição da Torre do Tombo, em Lisboa).

OS 25 ACUSADOS

Alcoforada, Ana 11618

Antunes, Heitor 4309
Antunes, Beatriz 1276
Costa, Ana da 11116
Dias, Manoel Espinosa 3508
Duarte, Paula 3299
Gonçalves, Diogo Laso 1273
Favella, Catarina 2304
Fernandes, Beatriz 4580
Lopes, Diogo 4503
Franco, Lopes Matheus 3504
Lopes, Guiomar 1273
Maia, Salvador da 3216
Mendes, Henrique 4305
Miranda, Antônio de 5002
Nunes, João 12464
Rois, Ana 12142
Souza, João Pereira de 16902
Teixeira, Bento 5206
Teixeira, Diogo 5724
Souza, Beatriz de 4273
Souza, João Pereira de 16902
Souza, Jorge de 2552
Ulhoa, André Lopes 5391

Os nomes dos judaizantes e os números dos seus respectivos dossiês foram extraídos do Livro: “Os Judeus no Brasil Colonial” de Arnold Wiznitzer – página 35 – Pioneira Editora da Universidade de São Paulo:

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    "instrumentos  de tortura na "santa-inquisição" 
Padre anchieta  enforcou   joão bolés

 Frei Damião,padre Cicero e José de Anchieta, todos matavam em nome de Deus,eram religiosos que assassinavam e torturava quem fosse contra a Igreja católica cristã, ou tivesse outra fé ou fosse judeu.Toda e qualquer pessoa que não fosse cristão, ou fosse contra o catolicismo era morto e queimado..por religiosos que achavam que estavam prestrando um serviço a Deus.Conforme havia dito o proprio Yahshuah;Muito  foram arrastados pelas ruas  e  mortos, havendo um verdadeiro banho de sangue, por pessoas religiosas que cuidavam estar prestrando um serviço a Deus.  Nenhuma  instituição  matou mais pessoas que questionvam seus ensinos,que a igreja católica cristã em 1200anos!!!



Qual nome do missionário francês que o "santo" José de Anchieta enforcou com as próprias mãos em 1567, no Rio?
1-) JEAN  JACQUES LE BALLEUR


OU



2-) JOÃO BOLLÉS

????



DE ACORDO COM O LIVRO ROY DEL'AMERIQUE, pp. 170-171, de 1897,


E AINDA EM CONSONÃNCIA COM O LIVRO "O SANTO QUE ANCHIETA MATOU" DO EX-PADRE ANÍBAL PEREIRA DOS REIS:



"E porque o carrasco, talvez condoído, sem coragem de apressar a morte da vítima inocente - ele mesmo, José de Anchieta," no dizer o católico Arthur Heullard, "acaba de matá-lo, dizendo, ufano, ao carrasco acovardado: Eis aí como se mata um homem!"


SE ALGUÉM TIVER ESTÕMAGO PARA LER O JURAMENTO DOS JESUÍTAS, VERÁ QUE ANCHIETA, ESTAVA APENAS NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO!!!
Jean Jacques Le Balleur ou João de Bolés, alfaiate huguenote, nascido na França em data incerta e educado em Genebra. Em 1557 foi enviado, junto com outros cinco missionários, por Jean Calvino para ministrar os franceses da expedição de Villegaignon ao Brasil, a França Antártica.

Ministro calvinista, celebrou o primeiro culto evangélico do Brasil em 10 de Março de 1557, e no dia 21 celebraria a primeira Santa Ceia.


Villegagnon abjurou a fé Calvinista e retornou ao catolicismo e começou a perseguir os missionários, que em 4 de janeiro de 1558 tentam fugir em um navio velho, cuja má condição os obriga a retornar ao Rio de Janeiro.
Villegaignon obrigou os ministros a responderem um formulário sobre suas crenças, gerando a Confissão de Fé de Guanabara, a primeira do gênero das Américas, em seguida condenou-os a morte.
Jacques Le Balleur conseguiu fugir para o continente e vandeou até São Vicente, sendo poupado de ser devorado pelos índios por estar com um livro, que os Tupinambás pensaram ser a tão esperada e prometida Bíblia, que era tida como um amuleto. Tratava-se de uma peça de Rabelais.
Em São Vicente os jesuítas forçaram a Câmara para prendê-lo em 1559. Foi torturado para dar informações estratégicas do Forte Coligny. Levado a Salvador, onde Mem de Sá concordou em condená-lo por ser seguidor da fé protestante.
Em 1567 foi levado ao Rio de Janeiro, onde seria executado, mas o carrasco recusou a matá-lo. E em 9 de fevereiro de 1558, o Padre José de Anchieta estrangulou-o.

"A inquisição atuou no Brasil por quase três séculos"
A capital baiana e outras cidades receberam os visitadores com procissões (ilustração: Kléber Sales)
Órfãs2
Pouca gente sabe, mas o Brasil também viveu a sua Inquisição. No século XVI, a cruel e sangrenta perseguição da Igreja Católica aos judeus, bígamos, bruxos e hereges, que varria Portugal, chegou ao Brasil Colônia. O episódio será contado no longa metragem “As Órfãs da Rainha”, de Elza Cataldo (“Vinho de Rosas”), que será adaptado para minissérie no canal GNT. Nesta fase de preparação para o filme, o Midrash Centro Cultural – Rua General Venâncio Flores, 184, Leblon – realizará uma leitura dramatizada do roteiro, na próxima quarta-feira, dia 11, às 20h30m, entrada gratuita, com a presença do rabino Nilton Bonder e a participação dos atores Clarice Niskier, Inês Peixoto, Teuda Bara, Eduardo Moreira, Gillray Coutinho e Bruna Bressani, além da produtora artística Isabel Gouvêa.
De 1579, quando se nomeou o primeiro comissário do Santo Ofício no Brasil, até 1821, ano em que a Inquisição foi extinta em Portugal, foram realizados 500 processos contra brasileiros e aqui residentes. Dentre os réus estavam judaizantes-novos, bígamos, blasfemos, praticantes de bruxaria e de condutas sexuais contrárias aos cânones da Igreja Católica. Da Bahia, a Inquisição se estendeu para Pernambuco, Paraíba, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
A leitura de “As Órfãs da Rainha” mostrará um pouco da abordagem do filme/série, que trata da chegada da Inquisição no Brasil no final do século XVI. Três irmãs judias, criadas na corte de Portugal como católicas sob a proteção da Rainha, são enviadas ao Brasil para casar e povoar a colônia. Através da trajetória das três órfãs fica evidente que o mais cruel da chegada da Inquisição foi minar as relações afetivas, familiares e comerciais existentes, então, no Brasil. Instalando a intolerância percebida até os dias atuais.
Leonor, Brites e Mécia são denunciadas por seus hábitos domésticos, impregnados de indícios da religião judaica permanecendo unidas diante de traições entre familiares, vizinhos e amigos. Mas o sentimento de fraternidade é colocado à prova diante da ameaça de punições severas. Com a descoberta da origem judaica, cada uma das irmãs reage de forma diferente, mas igualmente dramática. Segundo a diretora Elza Cataldo, a idéia de resgatar a história da Inquisição serve de alerta para as formas de discriminação do presente. Mais detalhes no site da itmix.art


Inquisição tropical: estudo derruba ideia de que perseguição foi pequena no Brasil

Guia  do Estudante-Aventuras na História

A história da inquisição no BrasilEntre os séculos 16 e 18, a Inquisição investigou a Colônia. Prendeu mais de mil pessoas e mandou 29 para a fogueira. Seu maior alvo foram os cristãos-novos

"Arrependo-me e peço perdão porque pequei. "Pela primeira vez em dois anos de martírio, Guiomar Nunes disse o que os inquisidores queriam ouvir. A multidão reunida na praça do Comércio, em Lisboa, na tarde de 17 de junho de 1731, gritava contra os hereges, enfileirados diante de um palanque, onde se encontravam autoridades políticas e religiosas. Diante de 3 mil pessoas eufóricas, um a um, os sete réus foram chamados à contrição uma última vez. Acusada de judaísmo, a pernambucana entre eles resistiu muito antes de confessar. Enfrentara interrogatórios duríssimos na prisão. Suas palavras derradeiras, porém, não bastaram para o Tribunal do Santo Ofício. O inquisidor se ajoelhou no tablado montado para a ocasião e, enquanto os auxiliares retiravam-lhe a capa e o barrete, os condenados eram aspergidos com água benta. Em seguida, receberam suas sentenças. Aos 47 anos, Guiomar foi garroteada - estrangulada com uma espécie de torniquete -, e seu corpo, consumido no meio da praça por chamas de até 6 m de altura. Ao pedir perdão, conseguiu evitar que fosse queimada viva. Do outro lado do Atlântico, no Engenho de Santo André (na atual Paraíba), o vendedor de latas Luís Nunes de Fonseca acabara de se tornar viúvo, com oito filhos do casal para criar.


Guiomar morreu em Portugal porque o Brasil não torturou ou fez arder seus hereges em fogueiras. Mas ela foi delatada e presa em um processo iniciado por aqui. E não foi a única. Por mais de 200 anos, a Inquisição católica atuou nas terras da América portuguesa. Estimulou delações e criou um clima de terror nas principais cidades por meio dos temidos visitadores e de auxiliares locais, integrantes do clero. Prendeu e enviou para a Europa pessoas que dificilmente voltavam à terra natal. Quem não foi condenado ao degredo e perdeu todos os bens acabou, como se dizia na época, purificado pelo fogo. A exemplo de Guiomar e dos outros condenados queimados com ela, que nem sequer puderam ser enterrados, suas cinzas foram espalhadas ao vento.

Tese de doutorado revela que Santo Ofício criou ‘elite’ de delatore


Fotomontagem. Edital que ficava afixado nas igrejas para incitar denúncias contra os que eram considerados hereges se mistura às imagens do Brasil da época
Foto: Editoria de arte
Fotomontagem. Edital que ficava afixado nas igrejas para incitar denúncias contra os que eram considerados hereges se mistura às imagens do Brasil da época - Editoria de arte
Aldair Carlos Rodrigues.

Em sua premiada tese de doutorado na Universidade de São Paulo (USP), intitulada “Poder eclesiástico e Inquisição no século XVIII luso-brasileiro: agentes, carreiras e mecanismos de promoção social”, Rodrigues revela um lado menos conhecido da Inquisição: o dos brasileiros que queriam trabalhar para o Santo Ofício. E mostra que, diferentemente do que muitos livros didáticos ensinam, a Inquisição esteve, sim, muito presente no Brasil.
- A Inquisição foi muito importante para a formação da elite colonial no Brasil. Os novos ricos pressionavam para entrar na Inquisição, pois era uma forma de ascender socialmente - diz Rodrigues, cuja tese recebeu os prêmios Capes 2013 e Grande Prêmio Capes Tese Darcy Ribeiro, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação.

Atestado de “sangue puro"
Ter um cargo na Inquisição significava ter um dos atributos mais desejados na época: um atestado de que seu sangue era “puro”, ou seja, que a pessoa não pertencia a raças consideradas “infectas” pelo Santo Ofício, como judeus (inclusive os recém-convertidos), muçulmanos, negros e indígenas.
A perseguição da Inquisição na Península Ibérica a pessoas de outras religiões tem relação com a ocupação histórica da região. Em Portugal, a Inquisição foi estabelecida em 1536 e na Espanha no final do século XV, num contexto em que a Península Ibérica, durante boa parte da Idade Média, foi ocupada pela população islâmica, oriunda do Norte da África e do Oriente Médio. Também havia no local muitos judeus, devido à diáspora judaica.
No final da Idade Média, os Estados foram criados profundamente identificados com a fé cristã, expulsando a população islâmica. O judaísmo também passou a ser considerado um grande “problema” na Península Ibérica. Muitos judeus foram expulsos da Espanha e de Portugal. Outros foram convertidos à força ao catolicismo: eram os chamados “cristãos-novos”. Mas mesmo quem se convertia era considerado suspeito de praticar o judaísmo em segredo.
- A “limpeza de sangue” começa a ser uma questão de honra nessa sociedade, num contexto de ortodoxia (da fé católica) e da eliminação do islamismo e do judaísmo. Os Estatutos de Limpeza de Sangue, em todas as instituições, principalmente as que tinham maior prestígio, impediam a entrada de descendentes de judeus, muçulmanos e mulatos - conta Rodrigues.
Antes de permitir que civis integrassem seus quadros, o Santo Ofício fazia uma grande investigação sobre o passado do candidato ao cargo de “familiar”, que durava entre um e seis anos em sua maioria. Eram ouvidas testemunhas e analisados documentos até de gerações anteriores dos candidatos. Tanto rigor na apuração fazia com que a sociedade não ousasse questionar a “limpeza de sangue” dos quadros da Inquisição. Os próprios civis pagavam os processos, que eram caros.

- Através dos “familiares” é que a Inquisição se enraizou no Brasil. A sociedade da época aderiu à Inquisição - afirma Rodrigues.

Segundo o pesquisador, uma vez empossados no cargo de familiar, os “familiares” recebiam uma medalha para provar sua função, que eles usavam todos os dias (apesar de isso não ser o recomendado).
- Havia vários “familiares” corruptos. Alguns prendiam pessoas sem que a Inquisição tivesse ordenado ou usavam seus cargos para perseguir inimigos e suas famílias - revela
Rodrigues conta ainda que os “familiares” recebiam um pequeno salário por dia de trabalho, de valor inexpressivo, mas além do status, tinham vários outros benefícios: ganhavam direito a foro privilegiado para crimes como agressões físicas e não pagamento de dívidas, podiam usar armas de defesa e de ataque e roupas especiais e eram isentos de alguns impostos.
Os “familiares” ajudavam os funcionários eclesiásticos do Santo Ofício - os chamados comissários, que chegavam a 198 no século XVIII no Brasil. Além de prenderem acusados de delitos pela Inquisição, eram os “familiares” que, quando algum civil se candidatava a um cargo no Santo Ofício, ouviam testemunhas e os próprios candidatos no processo

Ação sob o controle de Portugal
A pesquisa de Rodrigues, que será publicada em forma de livro em fevereiro, mostra que, de Portugal, a Inquisição tinha total controle sobre os suspeitos de delitos e o trabalho de seus funcionários no Brasil: a troca de correspondência era intensa. Da Europa, o Santo Ofício sabia até sobre os comunicados que eram pendurados nas portas das igrejas brasileiras.
Segundo a professora Anita Waingort Novinsky, do Departamento de História da USP, nos 300 anos de atuação da Inquisição no Brasil a instituição prendeu mais de mil pessoas. Como não havia tribunal do Santo Ofício no país, elas eram levadas para serem julgadas em Portugal.
- A Inquisição matou e queimou 21 brasileiros. Alguns eram estrangulados e depois queimados. Nos casos mais severos, eles eram queimados vivos. De oito pessoas que foram condenadas mas não foram encontradas, o Santo Ofício fez bonecos de pano, que foram queimados - lembra Anita.
A professora conta que os condenados que não eram mortos perdiam os seus bens (tomados pela Inquisição e muitas vezes pelos próprios “familiares”) e tinham a família amaldiçoada.

- Homens com dinheiro eram reduzidos à miséria e acabavam mendigando. Miguel Teles da Costa, que era capitão-mor de Paraty, Itanhaém e Ilha Grande, ou seja, era dono dessas terras, acabou mendigando - relata a historiadora.
Na opinião de Anita e Rodrigues, os livros didáticos brasileiros deveriam ser alterados, para eliminar a falsa ideia de que a Inquisição praticamente não esteve presente no Brasil.
- Como é que pode estar correta uma História do Brasil que omite um dos fenômenos mais fortes que existiu na vida econômica, politica e cultural do pais? A santa-inquisição-afirma Anita!

Ivonil ferreira  d ecarvalho

http://axiomafinal.blogspot.com.br/2016/01/nao-poder-comprar-ou-vender.html

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A biografia de Aleister Crowler / Fora da visão religiosa

Aqui está um resumo da história de um importantíssimo personagem de nossa era, que até hoje é lembrado de forma infelizmente e totalmente distorcida e negativa quanto aquilo que se desconhece em função da mancha religiosa onde tudo que está fora do padrão religioso é algo do mal ou que a pessoa assim tem que ser rotulada de "satanistas" ou de "bruxo" pelo simples fato do que acontecia também com os considerados hereges e mortos por não aceitarem as chantagens religiosa na idade média, o período do obscurantismo medieval.
Então com uma visão mais ampla e aberta você irá notar quem era mesmo de fato Aleister Crowler fora da inescrupulosa tarja religiosa.

O que mesmo de fato satanista?

Vale lembrar que satanista nada tem a vê com que se prega as religiões! Porque existe sim, satanistas religiosos cuja a intenção é de combate contra o cristianismo, sendo assim, esses não podem ser considerados satanistas, porque os verdadeiros satanistas não se presta esse ridículo papel.
Geralmente os pseudos "satanistas" obcecados por ser opositores da religião cristã são os mesmos que tiveram problemas em sua historicidade religiosa no passado. Sendo assim esses mesmos não entraram para o satanismo livres e preparados para fazer parte da real essência ideia do que é mesmo de fato satanista.
Uma pessoa ainda contaminada de suas heranças religiosas, em qualquer lugar que ele se envolver ele irá utilizar-se daquilo não como meio de agregar algo mais para sua vida, porém como mais uma nova arma de combate e obsessão por seu alvo daquilo que um dia ele fez parte e se decepcionou.
Então esse não é um tipo de "satanista" que entendeu qual é a real intrínseca significância da palavra satanista.

Um satanista mesmo de verdade, não tem nada como um deus ou um diabo a ser seguido a base de crenças, mas numa realidade de si mesmo, sendo ele mesmo a sua razão e de vida em liberdade com seu universo, que está sempre em movimento. 
Satanista mesmo é uma pessoa que segue a sua própria essência de ser e viver....é entender a criar o seu próprio mundo de acordo com a livre natureza, onde está em jogo os dois "lados" da mesma moeda. Nessa visão Aleister Crowler era verdadeiramente um autêntico satanista, não para combate, mas para autoconhecimento.

Num mundo do conservadorismo não há espaço e liberdade para os livres pensadores em expor a verdade nua e crua, que infelizmente logo os mesmos são tachados disso ou daquilo. Que o diga as "bruxas" no período da inquisição. 


- Por Renta Brito 





Aleister Crowler - Biografia


LINKS


Vídeo das Ervas Sagradas: http://www.youtube.com/watch?v=FesEUw...

Vídeo do bem e do mal: http://www.youtube.com/watch?v=kqx4cI...
Vídeos sobre egito:
http://www.youtube.com/watch?v=2qBTAU...
http://www.youtube.com/watch?v=ELzOcQ...
http://www.youtube.com/watch?v=yXQPkb...
http://www.youtube.com/watch?v=Odtp_g...
http://www.youtube.com/watch?v=WMcE7E...
Video sobre Cabala: http://www.youtube.com/watch?v=NRgnlT...
Vídeo da O.T.O. http://www.youtube.com/watch?v=NRgnlT...
Video da Maçonaria: http://www.youtube.com/watch?v=-xE0em...

Area de Download do Meu site: http://www.ayltondoamaral.com/downloa...


FONTES E BIBLIOGRAFIA:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Aleister...

The Book of Black Magic and of Pacts de Arthur Edward Waite.
Der Wolke vor dem Heiligthume (1802), de autoria de Karl von Eckhartshausen
ver The Magicians of the Golden Dawn de Ellic Howe.
ALEISTER CROWLEY AND WESTERN ESOTERICISM de BOGDAN, HENRIK e STARR, MARTIN P. Editora OXFORD USA PROFESSIO
ALEISTER CROWLEY - A BIOGRAFIA DE UM MAGO de HEYSS, JOHANN Editora MADRAS
GOETIA ILUSTRADA DE ALEISTER CROWLEY, A de DUQUETTE, LON MILO e HYATT, CHRISTOPHER S. Editora: MADRAS
ALEISTER CROWLEY E A PRATICA DO DIARIO MAGICO Autor: WASSERMAN, JAMES Editora: MADRAS
ALEISTER CROWLEY E DION FORTUNE Autor: RICHARDSON, ALAN Editora: MADRAS
MUNDO ENOCHIANO DE ALEISTER CROWLEY, O Autor: CROWLEY, ALEISTER Editora: MADRAS
MAGIA DE ALEISTER CROWLEY, A Editora: MADRAS
ALEISTER CROWLEY: THE BEAST DEMYSTIFIED Autor: HUTCHINSON, ROGEr Editora: MAINSTREAM DIGITAL
ALEISTER CROWLEY Autor: CHURTON, TOBIAS Editora: WATKINS PUBLISHING
ALEISTER CROWLEY: THE BIOGRAPHY - SPIRITUAL Autor: CHURTON, TOBIAS Editora: DUNCAN BAIRD PUBLISH
ALEISTER CROWLEY E O TABULEIRO OUIJA Autor: CORNELIUS, J. EDWARD Idioma: PORTUGUES
ALEISTER CROWLEY Autor: WILSON, COLIN Editora: STYLUS PUB LLC
ALEISTER CROWLEY Autor: HUTCHINSON, R ROGER Editora: MAINSTREAM
ALEISTER CROWLEY Idioma: INGLES Editora: TRAFALGAR SQUARE


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Richard Dawkins - O Vírus da Fé 1

Richard Dawkins - O Vírus da Fé 

Este vídeo mostra como a fé infecta geração após geração e torna-se uma arma mortal de intolerância e fanatismo em todo o mundo. Mostra como o fanatismo, independentemente se é cristão, judeu ou muçulmano, está baseado no mesmo livro sagrado e nos mesmos princípios sectários que desafiam a ciência e perpetuam rituais antigos e sem nenhum senso moral digno de ser seguido. "A religião é um insulto à dignidade humana." Assistam e tirem suas conclusões...





domingo, 10 de janeiro de 2016

O que é YHVH ou Tetagrama?

"Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas."

“YHVH” ou “Iavé”, “Jeová” Etc.... não é nada mais do que um sistema de magia judaica. “YHVH”, conhecido como o “tetragammaton”, representa os quatro cantos e os elementos, assim como o “INRI”, juntamente com os quatro evangelhos, estes representam os quatro cantos da magia e os quatro elementos que são tão importantes em qualquer trabalho mágico. “YHVH” é usado extensivamente na magia (judaica). Os judeus roubaram a Cabala dos egípcios e a corromperam. Os judeus trabalham com magia, porém não deixam visíveis totalmente esta prática. O próprio hexagrama nunca pertenceu como simbolo de David, ou do povo semita, este hexagrama, que hoje se vê na bandeira israelense, foi tomado dos povos gentios e pagãos.




Esta e para o povo que segue estes nomes zebraicos e este tetagrama.....Se pesquisarem a fundo, verá que o tetragrama não é tão antigo assim. Deve-se entender que o antigo testamento (o Pentateuco) não foi escrito por um só homem. Muitos séculos após Moisés — o líder — ter morrido, muitos séculos após todos seus seguidores terem morrido, o Pentateuco foi escrito — uma obra de muitos escritores —, e para lhe conferir força e autoridade, afirmou-se que era de autoria de Moisés.
Hoje sabemos que o Pentateuco não foi escrito por Moisés.
Nele são mencionadas cidades que nem existiam na época em que Moisés viveu.
Nele é mencionado dinheiro que só foi cunhado séculos após sua morte. O Pentateuco era considerado uma composição mista e o Moisés histórico não poderia ter escrevido a Torá totalmente. Ao longo de todo o século as teorias foram surgindo tendo os seus pontos mais fortes em 1.802 com Johann Vatter, em 1.836 com o alemão Friederich Bleek, em 1.853 com o filósofo e teólogo Hermann Hupfield, em 1.883 com o alemão especialista em Antigo Testamento Karl Heinrich Graff. Foi neste contexto que surgiu a teoria comumente conhecida como “JEDP” (Javista, Eloista, Deuteromista e Escrito Sacerdotal).
A Torá é fruto de quatro documentos principais (fontes), que são estás citadas acima. Daí, concidera-se a hipótese de que o "Tetragrama" não era tão proclamado entre o povo israelita. Tanto que no próprio gênesis não é citado o "nome" da divindade israelita, mas sim Elohim. O tetragrama (ou Tetragramatron) é muito usado pelos judeus cabalistas, maçons e ocultistas. A verdade, queridos, é muito mais pesada do que se imagina. Se vocês e muitos soubessem o quanto a humanidade está desinformada do real conhecimento, e muitos de nós também, se assustaria em saber qual é o real plano por debaixo dos panos do sistema. Leiam o antigo testamento sem as escamas da ilusão e verão que o próprio Deus e o povo sempre foram exclusivistas, odiando e aniquilando todos os povos que eram contra seus desígnios e as vezes que nem eram. Há um plano por debaixo dos panos e o plano é escravizar todos os gentios.




terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Os cientistas têm fé na ciência?


Os cientistas têm fé na ciência?

A ciência não depende de crença, pois não é uma religião. Ela mostra ser funcional através dos resultados práticos que ela nos permite obter. Ninguém "acredita na evolução" ou "tem fé na gravidade", pois tais coisas simplesmente são demonstráveis, passíveis de investigação empírica.
Dentre as formas possíveis de se obter conhecimento, a ciência é a que mais se aproxima da realidade por meio de seus mecanismos de exploração. Através da junção de evidências, isto é, pequenas "peças" de um quebra-cabeça maior, que no final das contas é o objeto investigado, temos a explicação que estávamos procurando. De modo algum isto se assemelha a ter fé ou esperança, pois nenhuma das duas coisas se baseia em relações de causa-efeito ou explicações plausíveis.
Não faz sentido "crer" na ciência, mas é possível confiar naquilo que ela nos proporciona, em sua resolutividade. Um cientista/pesquisador pode inclusive ter crenças religiosas na sua vida pessoal, sem que isso interfira na produção de ciência em seu trabalho, a depender da prática do bom senso. Também existem cientistas que defendem um posicionamento ateísta, irreligioso, mas estes atributos não se constituem num pré-requisito para se fazer ciência. Por sinal, é importante colocar que qualquer posicionamento tendencioso na ciência pode acarretar em prejuízos a ela própria.
Se nem os cientistas possuem fé na ciência, nenhuma pessoa também deveria ter. Se a ciência funcionasse com base na fé, todas as tecnologias das quais dispomos seriam inúteis ou sequer existiriam. Nenhuma invenção ou descoberta teria sido obtida, principalmente pelo fato de a fé se basear em expectativas cegas, distantes de qualquer dado de realidade que possa ser apresentado.

João Antunes Ja