domingo, 16 de abril de 2017

Páscoa da Apropriação Cultural


Lembram daquela palhaçada sobre a qual eu falei a respeito de apropriação cultural, com turbantes sendo o alvo do pessoal chiliquento? Esse mesmo pessoal adora se apropriar da cultura alheia quando convém, e um desses exemplos é a Páscoa, uma festividade judaica que foi pega pelo cristianismo que misturou ritos pagãos, e que hoje tem tanta mescla de culturas alheias que nem mais se reconhece perante a festividade original.




domingo, 9 de abril de 2017

Inquisição na América Latina - History Channel


Para alguns parece desnecessário falar de religião, já diante de tantas coisas que já sabemos, porém, a religião não é algo inerte, neutro e inócuo na vida das pessoas, mas, sabemos o quanto a existência da religião é inteiramente prejudicial, nociva, e com uma natureza mortífera sempre com o objetivo de violentar de forma estuprativa as mentes das massas ingênuas e iludidas com promessas e produtos que não existe na feira de ilusões.
Querendo ou não, a religião afeta diretamente uma sociedade inteira, seja ela direta ou indiretamente, trazendo sérios danos e prejuízos a vida de alguém.
A religião não existe em prol da humanidade, mas de alienar e destruir as pessoas, cuja a premissa da religião é ensinar e condicionar as pessoas ter como meta a repressão e de ter a vida como meta de sacrifício constante em nome do inexistente chamado "Deus" que se acredita sendo o autor da vida, porém, o mesmo a proíbe as pessoas de viverem a própria vida que Ele mesmo criou e deu as pessoas "viverem". Não tem algo errado nisso, não?!
Atá, vão me dizer, que deus quer q vivamos a vida, mas não o pecado.....rsrsr....!!! Mas eu lhes faço uma pergunta: "O que é o pecado senão a negação de viver a si mesmo e também a negação a desfrutar livre e consciencialmente a vida?!"
Então essa ideia de santidade, é o oposto a vida e uma violação a própria livre natureza. 

O que é o céu senão um suborno, e o que é o inferno senão uma ameaça? 






quinta-feira, 6 de abril de 2017

A verdadeira História da Páscoa

Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro.
A páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja, passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.
A festa cristã da Páscoa tem origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no Cristianismo a Páscoa representa a morte e ressurreição de Jesus (que supostamente aconteceu na Pessach) e de que a Páscoa Judaica é considerada prefiguração, pois em ambos os casos se celebra uma “libertação do povo de Deus”, a sua passagem da escravidão (do Egito/do pecado) para a liberdade.
De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.
Estes antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.
Por que o ovo de Páscoa?
O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.
Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.
Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao Céu e a Terra – simbolicamente é possível ver o Céu como a parte leve do ovo, a clara, e a Terra como outra mais densa, a gema.
O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).
Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do Universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.
Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.
Por que o Coelho de Páscoa?
Coelhos não colocam ovos, isto é fato! A tradição do Coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! Assim, os coelhos são vistos como símbolos de renovação e início de uma nova vida. Em união com o mito dos Ovos de Páscoa, o Coelho da Páscoa representa a renovação de uma vida que trará boas novas e novos e melhores dias, segundo as tradições.
Outros símbolos da Páscoa
O cordeiro é um dos principais símbolos de Jesus Cristo, já que é considerado como tendo sido um sacrifício em favor do seu rebanho. Segundo o Novo Testamento, Jesus Cristo é “sacrificado” durante a Páscoa (judaica, obviamente). Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho segundo João no capítulo 1, versículo 29: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo”.
Paulo de Tarso (na primeira epístola a Coríntio no capítulo 5, versículo 7) diz: “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.
Jesus, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus (em latim: Agnus Dei) que supostamente fora imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso, Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado. Assim, a partir daquela data, o Pecado Original tecnicamente deixara de existir.
cruz_ominiatura.jpgA Cruz também é tida como um símbolo pascal. Ela mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Jesus. No Concílio de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então, ela não somente é um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.
O pão e o vinho simbolizam a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos, conforme é dito no capítulo 26 do Evangelho segundo Mateus, nos versículos 26 a 28: “Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.
Por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todos os anos?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Concílio de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”. De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
Tabela com as datas da Páscoa até 2020
  • 2000: 23 de Abril (Igrejas Ocidentais); 30 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2001: 15 de Abril
  • 2002: 31 de Março (Igrejas Ocidentais); 5 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2003: 20 de Abril (Igrejas Ocidentais); 27 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2004: 11 de Abril
  • 2005: 27 de Março (Igrejas Ocidentais); 1 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2006: 16 de Abril (Igrejas Ocidentais); 23 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2007: 8 de Abril
  • 2008: 23 de Março (Igrejas Ocidentais); 27 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2009: 12 de Abril (Igrejas Ocidentais); 19 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2010: 4 de Abril
  • 2011: 24 de Abril
  • 2012: 8 de Abril (Igrejas Ocidentais); 15 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2013: 31 de Março (Igrejas Ocidentais); 5 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2014: 20 de Abril
  • 2015: 5 de Abril (Igrejas Ocidentais); 12 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2016: 27 de Março (Igrejas Ocidentais); 1 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2017: 16 de Abril
  • 2018: 1 de Abril (Igrejas Ocidentais); 8 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2019: 21 de Abril (Igrejas Ocidentais); 28 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2020: 12 de Abril (Igrejas Ocidentais); 19 de Abril (Igrejas Orientais)
No final das contas, a páscoa é mais um rito de povos antigos, assimilado pela Igreja Cristã de modo a impor sua influência. Substituindo venerações à natureza (como no caso da Lua ou do Equinócio, tipicamente pagãs) por uma outra figura da mitologia, tomando os siginificados do judaísmo, os símbolos celtas e fenícios, remodelando mediante os Evangelhos e dando uma decoração final, criou-se um “ritual colcha de retalhos”.


segunda-feira, 20 de março de 2017

O Irrepreensível Profeta Daniel era Gay?

Um dos grandes problemas, entre vários que observo nas pessoas, é que elas têm o hábito de confundir comum com certo e diferente com errado!

Vale salientar aqui é que a homossexualidade para Deus sempre foi algo "abominável ao Senhor", porém quanto a conduta homossexual do que esses tiveram como por exemplo: rei Davi, Jônatas e até o profeta Daniel, Deus não os viu ou considerou os como práticas de amores sexuais abomináveis. Ué, por que será, heim?!!! rsrsrs 

A bíblia mesmo que de modo bem camuflada e as escrituras sempre encarou a homossexualidade de modo muito livre e natural, porém a hipocrisia religiosa não permite que os mesmos sejam honestos e livres de fanatismo e de preconceitos quanto a algo natural do ser humano ou a práticas sexuais lícitas criada por Deus aos homens e mulheres.

Vamos aos fatos...!!!!






Quem criou o GAY?

O que é um eunuco? Era ser gay?
E se eunuco eram gay, foi "Deus" quem o criou? E se não foi, quem o criou? 


Mt. 19.12 Por que há: 

1º Eunucos de nascença
2º A quem os homens fizeram segundo tais, ou seja, a força 
3º A si mesmo se fizeram

Sendo assim o castramento livre ou a força ou que se fizera a si mesmo eunuco era para satisfazer o Reino dos céus?

 



quinta-feira, 2 de março de 2017

Criacionismo Maia e Asteca


Uma conversa edificante sobre sacrifícios, com milho regado a sangue. falando também sobre o criacionismo Maia e Asteca de forma bem descontraída.




João Batista batizou mesmo Jesus ou isto também é uma farsa?


João Batista batizou mesmo Jesus ou isto também é uma farsa?
obra o batismo de Jesus, por João Batista:
1 - É muito reduzida a literatura específica sobre este assunto, mesmo em língua estrangeira, quer em versões impressas como digitais;

2 - Historiadores de renome, simplesmente se omitem, "pulando" esta passagem. E a razão é simples: Ora, se o Jesus Cristo da fé é um mito, como defendem os mitologistas, a passagem do batismo, com a declaração de João reconhecendo Jesus como o filho de Deus, a voz tonitruante de Deus dizendo "Este é meu filho..." e a pomba do Espírito Santo, descendo sobre Jesus, tem de ser falsa também. Mas João Batista é um personagem histórico, que realmente existiu. E se aconteceu mesmo o batismo de Jesus, então é porque ele (Jesus de Nazaré) também existiu, não como descrito nos Evangelhos, mas talvez como um mortal comum. Se o batismo de Jesus for um fato histórico, isto poria por terra a teoria dos mitologistas e faria de Jesus um personagem real, mesmo não sendo aquele descrito nos Evangelhos. Seria um mortal comum que se dizia filho de Deus, um judeu (zelota?), nascido talvez na Galiléia, de pais desconhecidos pela história, messiânico e pregador ambulante, igual a tantos outros que existiram antes dele e depois dele. A diferença entre Jesus de Nazaré e os demais messias (a maioria executada pelo Império Romano ou pelos próprios judeus) é que Jesus teria sido escolhido para ser mitologizado.

3 - Segundo a Bíblia João Batista e Jesus eram primos e João era seis meses mais velho que Jesus

4 - Os Evangelhos se contradizem quanto ao batismo de Jesus por João Batista, sendo que um deles, o de João, sequer cita a passagem. Quando João Batista se encontrava na prisão, contam os Evangelhos que ele mandou dois emissários para perguntar se Jesus era realmente o "messias", dando a entender que não o conhecia. Mas como não saber que era o "messias" se foi ele próprio, João, quem o batizou e houve todo aquele espetáculo de Deus interferindo na cerimônia?! Dava para esquecer tão rapidamente?

5 - A própria passagem de João na prisão mandando dois emissários para investigar se Jesus era mesmo o messias teria de ser falsa porque, se para provar que Jesus não foi batizado por João essa passagem for considerada verdadeira, então é porque existia mesmo um tal "Jesus de Nazaré", ainda que não tivesse sido batizado por João.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Debate sobre o messianismo de Jesus

Há uma lamentável comportamento da maioria dos religiosos, que não sabem e nem querem nem ao menos repensar as suas ideias religiosas quando se deparam com a realidade nua e crua.
Os mesmos acham que pensar, questionar e duvidar é algo proibitivo, porque o que mais vale mesmo é a crença sustentada a todo custo, mostrando apenas o quão desleal e desrespeitoso é consigo mesmo quanto a honestidade intelectual.
Para que a humildade não seja trabalhada o orgulho por sua vez ganha destaque pela hipocrisia, em vista do que realmente se percebe o tamanho apego as suas crendices que querendo ou não é massacrado pela realidade.

As pessoas quando se trata de lidar com o lado analítico, razão e lógica, com relação as suas crenças e a religião, a mesma é dada e acreditada cegamente como algo "lógico" e "racional". Quando que na verdade é apenas para abrandar e alimentar o seu próprio ego, onde o que vale mesmo é dizer amém pra tudo, e pior de tudo....ficar preso exclusivamente de que todas as respostas estão na bíblia e que fora isso é tudo de inspiração humana e sem valor algum.

A fé ou crença prejudica a realidade! 




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Miquéias 2:5 faz menção de Jesus?

> Miquéias 2:5 faz menção de Jesus? 
> Jesus de fato nasceu em Belém? 
> Houve mesmo um senso romano por Cézar Augusto? 

 

DIZER QUE DEUS TEM UM PLANO NA SUA VIDA = MALDADE HUMANA

Se Deus tem um plano.....o que dizer então da ISABELA NARDONI e do JOÃO HÉLIO? 
Já parou para pensar honestamente nisso, e em outros demais fatos horrendos que acontece na vida das pessoas?
Quando se fala de plano divino ninguém associa a um plano de miséria e morte, não é mesmo, meu amigo religioso?
Porque se isso faz parte do pacote do plano de Deus, então pra isso não se precisa dele, o mundo já faz isso com maestria uns com os outros.





E se você fosse Deus?

Será que esse mundo é de fato e verdade o melhor de Deus? 
Olhe mais atentamente de forma sincera e honesta, se o mundo realmente condiz com uma "obra prima" feita por um ser poderoso e perfeito. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Cavaleiros Templários Portugueses




FONTES
Dois livros foram essenciais para esse vídeo. Livro O Império Marítimo Português, de Charles Boxer: http://amzn.to/2jOu96r
Livro História de Portugal, organizado por José Tengarrinha: https://goo.gl/r2jYzX

SAIBA MAIS
Sobre os comentários, texto sobre a crescente identidade conservadora russa: https://goo.gl/fTE0ax
Livro A Igreja Militante e A Expansão Ibérica. 1440-1770, de Charles Boxer: http://amzn.to/2klUn16
Tomada de Ceuta, na Revista de História da Biblioteca Nacional: https://goo.gl/aaJ4Wa
História da Ordem de Cristo no site oficial: http://www.ordens.presidencia.pt/?idc...
História da Ordem de Avis no site oficial: http://www.ordens.presidencia.pt/?idc...
Documentário da TV pública portuguesa sobre a Ordem de Cristo: https://goo.gl/s3n1m8
Documentário da TV pública portuguesa sobre a Ordem de Avis: https://goo.gl/IE24Pg
Sobre a conquista de Ceuta, vídeo da TV pública portuguesa: https://goo.gl/NK27eV

ASSISTA TAMBÉM:
Nerdologia 200 - Ordem dos Assassinos: https://goo.gl/E2fe63

MATERIAL USADO
DECOBRIMENTO DO BRASIL: https://goo.gl/c9y05d
EDDIE TEKKEN: https://goo.gl/aJxQG0
INDEPENDENCIA: https://goo.gl/DPorac
Ordem dos Cavaleiros de São Bento de Avis: https://goo.gl/OOjomr
Os Cavaleiros de Avis: https://goo.gl/ug5dY9
MANTO BRANCO DA CRUZ: https://goo.gl/IiPH6m
MANTO PRETO: https://goo.gl/3g2sBW
MAPA AVIS: https://goo.gl/eDG871
CASTELO SENDO RECONSTRUIDO: https://goo.gl/zuzeg4
PENINSULA IBERICA: https://goo.gl/zRHov7
Batalha de Aljubarrota: https://goo.gl/On9aA1
"PRINCIPAIS COMBATENTES": https://goo.gl/iop9th
CAVALEIRO: https://goo.gl/Mpe5de
PINTURA NOVAS NAVEGAÇÕES: https://goo.gl/d3Iwb8
BANDEIRA CRUZ VERMELHA: https://goo.gl/bbPFWl
VASCO DA GAMA: https://goo.gl/Qc0BMP
EXPANSAO DE PORTUGAL: https://goo.gl/EvtPHi
CHEGADA NA BAIHA: https://goo.gl/HGGbdb
PAPA NICOLAU 5: https://goo.gl/H9amfa
PROCLAMAÇAO DA REPUBLICA PORTUGUESA: https://goo.gl/PHGi2c
CONDECORAÇOES PORTUGUESAS: https://goo.gl/xjOal4
ORDEM DO MERITO MILITAR: https://goo.gl/cKTay0
PORTUGUESA DESPORTOS: https://goo.gl/t7hLIJ
JOSE BONIFACIO: https://goo.gl/6u06wF
BANDEIRA DA CIDADE DE SAO PAULO: https://goo.gl/KzMYVB
ILHA DA MADEIRA: https://goo.gl/gaesri
FORÇA AEREA DE PORTUGAL: https://goo.gl/5Q0V45

domingo, 12 de fevereiro de 2017

O homem e as suas fantasias


O Ser Humano sonha em possuir asas. Figuras aladas estão por toda parte...anjos, demônios, heróis voadores que mesmo não tendo asas são invencíveis como por exemplo o "Super Homem". O homem se espelha no "Super Homem", deseja e se transforma em "Super Homem" nos seus delírios, sonhos e anseios. 

O Ser Humano, em sua mente, quer acreditar que ele é um super herói invencível e imortal. Ele precisa disso e Jesus ofereceu a ele a chance de se tornar imortal. A morte não existe pra ele. A morte só existe para o outro e a morte é o inferno. Acabar, desaparecer...a finitude é o inferno e ele faz qualquer coisa para não envelhecer e não morrer. Super heróis não ficam doentes, não envelhecem e nunca morrem. E como o ser humano não consegue voar, não consegue e não tenta compreender o mundo à sua volta, o inexplicável e intangível ele chama de Deus, uma espécie de Super Herói que vai sempre resolver os seus problemas, curar as suas doenças, dar a ela as asas tão desejadas. E este ser está fora dele porque ele, o Ser Humano em si, é fraco. Os vassalos sempre desejaram uma coroa e um trono e por isso colocaram na cabeça do seu deus a coroa que sempre ansiaram possuir e deram a este deus o trono no qual desejariam se sentar. O rei tem o poder de vida e morte...Deus tem o poder de vida e morte. Deus não possui asas assim como o Super Homem não possui asas, mas está em todos os lugares ao mesmo tempo...
O Homem quer o poder, a imortalidade, a invencibilidade e para finalizar, a felicidade, algo utópico que ele fantasia e que deve ter todos os ingredientes fantasiados por ele, inclusive as asas...ou a capacidade de voar.
E como a maioria está nas trevas, deseja a luz.
ABurke


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Antigo tradutor do hebraico original diz que “a Bíblia não fala de Deus”

Mauro Biglino foi tradutor de hebraico antigo durante vários anos nas Edizioni San Paolo

Mauro Biglino, antigo tradutor das Edizioni San Paolo (uma das mais importantes editoras católicas), traduziu durante anos escritos originais da Bíblia. Agora afirma que o livro não fala sobre Deus.


Mauro Biglino trabalhou durante anos no Vaticano como tradutor de hebraico antigo para as Edizioni San Paolo, uma das mais importantes editoras católicas do mundo, que edita a Bíblia e outros livros católicos em todo o mundo, incluindo em Portugal (Editora Paulus). Era responsável pela tradução dos escritos originais da Bíblia, em hebraico, para a publicação em italiano pela editora pertencente à Sociedade de São Paulo, congregação fundada em 1914 pelo Beato Giacomo Alberione. Trinta anos depois de ter começado o seu trabalho como tradutor, publicou “A Bíblia não é um Livro Sagrado” (Livros Horizonte), obra polémica em que assegura: “A Bíblia não é aquilo que habitualmente se diz. Conta uma outra história, não se ocupa de Deus”.
Ao Observador, Biglino afirma que “não há qualquer referência a Deus nos textos da Bíblia. Há, sim, a um coletivo, chamado Elohim, e a um deles em particular, chamado Yaveh“. A dada altura, explica o autor, “as traduções foram sendo adulteradas e foram convertendo Yaveh num Deus único e todo poderoso”. E acrescenta: “Em hebraico nem sequer há nenhuma palavra que signifique Deus”. No seu livro, Mauro Biglino detalha o percurso das traduções oficiais da Bíblia, que foram adulteradas para “para inventar o monoteísmo”.
Biglino, que nasceu em 1950 na cidade italiana de Turim, aprendeu hebraico na comunidade hebraica de Turim. Mais tarde, a editora do Vaticano apercebeu-se dos trabalhos de tradução de Biglino, reconheceu o seu rigor e convidou-o para colaborar. “Além disso, perceberam que eu também conhecia latim e grego, línguas essenciais para entender o contexto dos textos bíblicos”, acrescenta.
“Em 2010, comecei a escrever um livro em que denunciava algumas das contradições que estava a encontrar nas minhas traduções dos textos bíblicos, e desde esse momento, a colaboração foi interrompida, acabaram o meu contrato de trabalho”, lembra. Biglino acrescenta que compreende “perfeitamente” a decisão da editora, uma vez que se tornou “inviável” estar ao serviço da editora e obter conclusões tão distintas.
Quando deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo, Biglino publicou livros em que apresentou traduções literais, palavra por palavra, de vários textos bíblicos, que foram usados por historiadores para identificar imprecisões. Nesses livros, que mostravam lado a lado as palavras italianas e hebraicas, Biglino argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões facilmente demonstráveis. “É por isso que os críticos discordam das minhas conclusões mas não põem em causa o rigor das traduções”, sublinha.
“Quando eu digo que a Bíblia não fala de Deus, não digo que Deus não existe, porque não o sei. Digo apenas que a Bíblia não fala de Deus”, destaca, acrescentando que, no seu entender, “não se sabe nada sobre Deus”. Por isso, sublinha, “como Deus me é absolutamente desconhecido, não posso acreditar nele”. Mauro Biglino afirma ainda que não é o único a discordar das traduções oficiais da Bíblia, mas acrescenta que “não há muitos que tenham a coragem de divulgar as suas conclusões”.
Para o antigo tradutor, o seu trabalho pode mesmo ter influência nas futuras traduções da Bíblia, avançando que já se sentem alguns efeitos. “A profecia de Isaías, por exemplo, dizia que «a Virgem irá conceber e dará à luz um Filho», mas as bíblias alemãs, depois da aprovação da Conferência Episcopal, já não dizem isso. Já dizem que «a Virgem vai conceber», que é o que verdadeiramente lá está escrito”, destaca Mauro.
Contactada pelo Observador, a editora italiana confirmou que Mauro Biglino já deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo “há muitos anos”, pelo que recusou comentar o trabalho atual do tradutor.
Fonte: Observador


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Um "Deus" de amor que se mendiga o amor humano não é amor, é falta de dignidade e de respeito.

REFLEXÃO

- Renato Brito
Que engraçado, não?!
Um ser divino que é considerado por si, e pelos seus adeptos como autossuficiente em amor, e sendo o mesmo por natureza o "próprio amor", porém na teoria é a coisa mais linda, no entanto na prática, é um ser patético e o mais miserável dos miseráveis, porque seja qualquer ser que mendiga o amor do outro, ele não pode amar e nem muito menos ser o próprio amor, porque um "Deus" de amor que se mendiga o amor humano não é amor, é falta de dignidade e de respeito.
Então sendo assim, ele não ama e nem é amor, ou seja, ele é um ser incessantemente necessitado e profundamente carente do amor falho e limitado da humanidade.
Um "Deus" vazio a ser dogmaticamente "preenchido" pelo amor humano!